FMI: eleições empurram crescimento do PIB
A economia angolana deverá recuperar da estagnação do ano passado e crescer 1,3% este ano e 1,5% em 2018, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), que atribui este crescimento ao aumento da despesa pública em ano de eleições. O FMI inscreve nas suas Previsões Económicas Mundiais divulgadas esta terça-feira em Washington, que a economia de Angola tem uma perspetiva de crescimento, este ano, de 1,3% para 1,5%, depois de sofrer uma recessão de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado. Recorde-se que a previsão do anterior Governo aponta para um crescimento de 1,1% em 2016 e de 2,1% este ano.

Notícias

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FMI: eleições empurram crescimento do PIB

A economia angolana deverá recuperar da estagnação do ano passado e crescer 1,3% este ano e 1,5% em 2018, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), que atribui este crescimento ao aumento da despesa pública em ano de eleições. O FMI inscreve nas suas Previsões Económicas Mundiais divulgadas esta terça-feira em Washington, que a economia de Angola tem uma perspetiva de crescimento, este ano, de 1,3% para 1,5%, depois de sofrer uma recessão de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado. Recorde-se que a previsão do anterior Governo aponta para um crescimento de 1,1% em 2016 e de 2,1% este ano.

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Cabo Verde quer receber mais de 3 milhões de turistas até 2030

O Governo traçou uma nova meta para este sector. Quer receber 3,15 milhões de turista até 2030. A ambição está vertida nas Grandes Opções do Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável do Turismo no horizonte 2030, um documento elaborado pelo Governo após serem recolhidos subsídios em várias mesas redondas realizadas em quase todas as ilhas do país. Mas para que isso aconteça p Governo promete remover “alguns obstáculos”, ligados sobretudo aos preços dos transportes, infraestruturas, segurança e diversificação das ofertas e dos mercados.

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Os Estados Unidos e Cabo Verde assinam acordo de cooperação militar

Os Estados Unidos e Cabo Verde chega a acordo de cooperação militar que que envolve defesa e segurança. Trata- se do Acordo de Estatuto de Forças, em inglês Status of Forces Agreement – SOFA que vai fornecer a base legal para a cooperação de defesa e segurança e possibilita uma ampla variedade de atividades relacionadas com a defesa dos dois países. O novo acordo, que estava a ser negociado há vários anos, será assinado este domingo em Washington, pelo primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, no âmbito da sua primeira visita oficial àquele país.

Consulado lança guia do Cidadão Português em Moçambique

O Consulado-Geral de Portugal em Maputo e uma sociedade de advogados lançam hoje um guia para quem já vive ou pretende deslocar-se a Moçambique. O Guia aborda os assuntos a tratar antes da partida para Moçambique (os vistos e obrigações fiscais e de segurança social), e os assuntos a tratar à chegada (a autorização de residência e outras obrigações).

Príncipe Alberto do Mónaco visita Cabo Verde

O Príncipe Alberto II, do Mónaco, chega hoje a Cabo Verde, naquela que é a segunda etapa da expedição científica de três anos do navio “Yersin”. O chefe de Estado do Mónaco vai ser recebido ao final do dia de hoje na cidade da Praia pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca. De seguida ambos seguem para São Vicente, onde já está atracado o navio científico “Yersin”, que chegou ao Porto Grande do Mindelo, proveniente da Madeira.

Governo dá um ano às empresas para regularizarem licenciamento

O Governo de Moçambique publicou o novo regime de licenciamento simplificado para as atividades económicas, no passado mês de julho e concedeu um ano às empresas para regularizarem as suas licenças junto às entidades licenciadoras. O sector da agricultura, do comércio, das comunicações, da construção civil, da cultura, da indústria, das pesca, da prestação de serviços e do turismo estão abrangidos por este no diploma.

Artigos de opinião

As universidades de direito e a confiança dos agentes económicos na justiça

Só um ensino universitário do Direito de elevados padrões e com indicadores já em aplicação nos cursos jurídicos de ensino superior ministrados em Angola, pode ser desenvolvido um clima de confiança nos investidores.
Eduardo Vera-Cruz Pinto
Professor Catedrático e docente nos cursos de pós-licenciatura na Universidade Agostinho Neto.

Consequências para a economia das dívidas escondidas

O novo Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, e o seu Governo, liderado por Carlos Agostinho do Rosário, assumiram publicamente dívidas.

Investir em Angola

A Lei n.º 20/11, de 20 de Maio (Lei de Investimento Privado – LIP), veio definir o acesso aos benefícios e incentivos para o investimento em Angola e abrange todos os sectores de atividade

Destaques

Dívidas ocultas: FMI e Governo sem acordo

A próxima quarta-feira é o último dia das negociações entre os técnicos do FMI e o Governo de Moçambique para um acordo sobre as designadas “dividas ocultas”. O Fundo Monetário Internacional (FMI) está em Moçambique com uma equipa de técnicos para “discutir os resultados da auditoria (dívidas escondidas) com as autoridades e possíveis medidas de seguimento”, anunciou a instituição, em comunicado. A agenda de encontros entre os elementos do FMI e as autoridades moçambicanas permanece reservada e as reuniões vão decorrer à porta fechada. Mas a pressão para explicações sobre as designadas dividas ocultas tem sido muita.

SATA poderá ser a solução para a TACV

A companhia aérea açoriana SATA, que no sábado inaugurou ligações aéreas bissemanais entre Boston, nos Estados Unidos, e a cidade da Praia, em Cabo Verde, via Ponta Delgada, anunciou que está a avaliar uma parceria com a Transportadora Aérea Cabo-Verdiana (TACV), que atravessa graves problemas financeiros e que a partir de 1 de Agosto deixará de assegurar voos domésticos no arquipélago.

Renamo reúne apoios para tentar derrubar a Frelimo

Em Moçambique as negociações para a paz continuam a decorrer entre os dois maiores partidos, Renamo e Frelimo, mas no tabuleiro do xadrez político já se começam a mexer as peças para as eleições autárquicas de 2018 e para as gerais de 2019. Na passada quinta-feira (1 de Junho), foi anunciada uma nova coligação que reúne 47 partidos, sem assento parlamentar, que declarou o seu apoio ao dirigente da Renamo, Afonso Dhlakama, com o objetivo de retirar a Frelimo do poder nos próximos atos eleitorais.