FMI: eleições empurram crescimento do PIB
A economia angolana deverá recuperar da estagnação do ano passado e crescer 1,3% este ano e 1,5% em 2018, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), que atribui este crescimento ao aumento da despesa pública em ano de eleições. O FMI inscreve nas suas Previsões Económicas Mundiais divulgadas esta terça-feira em Washington, que a economia de Angola tem uma perspetiva de crescimento, este ano, de 1,3% para 1,5%, depois de sofrer uma recessão de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado. Recorde-se que a previsão do anterior Governo aponta para um crescimento de 1,1% em 2016 e de 2,1% este ano.

Notícias

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China empresta dois mil milhões e programa do FMI arranca em janeiro

Na primeira visita oficial à China o presidente angolano, João Lourenço conseguiu atingir um dos objetivos, um financiamento de dois milhões de dólares, através de um empréstimo concedido pelo Banco de Desenvolvimento da China. Um empréstimo que permite rolar a divida pública do país, numa altura, em que o ministro das finanças de angola, Archer Mangueira espera que as negociações do programa de apoio solicitado ao Fundo Monetário Internacional (FMI) estejam concluídas até dezembro e que este arranque no início do exercício fiscal.

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Eleições serão teste às três forças políticas

O Presidente moçambicano Filipe Nyusi abriu hoje, em Maputo, as quintas eleições autárquicas na história do país, que contam com mais de 3,9 milhões de votantes. Mas serão as primeiras após uma revisão constitucional que estabeleceu novas competências para os órgãos locais e centrais. Os dirigentes das autarquias passam a ser escolhidos a partir da lista mais votada para a Assembleia Municipal, deixando de ser votados em boletim próprio, como sucedeu nas anteriores quatro eleições.

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FLAD quer formar enfermeiros em S. Tomé e Príncipe e doa equipamento para laboratório

Desde o dia 17, do corrente mês, que está a decorrer a licenciatura em Enfermagem e o curso de Complemento de Formação em Enfermagem (dois níveis) no Laboratório de Prática Simulada da Universidade de S. Tomé e Príncipe. Um laboratório que conta, a partir de hoje, com novos equipamentos fornecidos pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e a Escola Superior de Enfermagem São Francisco das Misericórdias (ESESFM), no âmbito de uma parceria com a Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP).

Mais 30 jovens quadros em São Tomé e Príncipe

A indústria hoteleira de S. Tomé e Príncipe já pode contar com mais 30 jovens quadros com formação em Hotelaria e Turismo. Numa cerimônia que contou com a presença do Ministro da Educação, Cultura, Ciência e Comunicação de São Tomé e Príncipe, Olinto Daio foram entregues os 30 diplomas de formação profissional nos cursos para Técnicos de Restaurante/Bar e para Rececionistas.

China desbloqueia 60 mil milhões para África e Angola negoceia mais de 11 mil milhões

China quer financiar com mais de 60 mil milhões infra-estruturas de 53 países africanos impulsionado assim o desenvolvimento do continente. Com este financiamento a China torna-se o principal parceiro comercial da África, ultrapassando os Estados Unidos e a Europa. E o Governo angolano está a negociar uma nova linha de crédito com o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC) de 11.700 milhões de dólares (10.180 milhões de euros) também para projetos de infraestruturas.

Cabo Verde como 33ª melhor democracia do mundo

Num estudo que analisa a qualidade da Democracia em 201 países, Cabo Verde ocupa a 33ª posição. Noruega, Suécia e Estónia ocupam os três primeiros lugares. O período analisado no estudo publicado pelo V Dem Institute, de 2007 a 2017, revela que Cabo Verde é uma democracia liberal, onde mulheres e homens têm papéis políticos quase iguais o que ajuda o país a alcançar uma posição superior a países como a Espanha (35), Grécia (37) ou África do Sul (43) e muito próxima de países como os EUA (31).

Artigos de opinião

As universidades de direito e a confiança dos agentes económicos na justiça

Só um ensino universitário do Direito de elevados padrões e com indicadores já em aplicação nos cursos jurídicos de ensino superior ministrados em Angola, pode ser desenvolvido um clima de confiança nos investidores.
Eduardo Vera-Cruz Pinto
Professor Catedrático e docente nos cursos de pós-licenciatura na Universidade Agostinho Neto.

Consequências para a economia das dívidas escondidas

O novo Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, e o seu Governo, liderado por Carlos Agostinho do Rosário, assumiram publicamente dívidas.

Investir em Angola

A Lei n.º 20/11, de 20 de Maio (Lei de Investimento Privado – LIP), veio definir o acesso aos benefícios e incentivos para o investimento em Angola e abrange todos os sectores de atividade

Destaques

Eleições serão teste às três forças políticas

O Presidente moçambicano Filipe Nyusi abriu hoje, em Maputo, as quintas eleições autárquicas na história do país, que contam com mais de 3,9 milhões de votantes. Mas serão as primeiras após uma revisão constitucional que estabeleceu novas competências para os órgãos locais e centrais. Os dirigentes das autarquias passam a ser escolhidos a partir da lista mais votada para a Assembleia Municipal, deixando de ser votados em boletim próprio, como sucedeu nas anteriores quatro eleições.

Dívidas ocultas: FMI e Governo sem acordo

A próxima quarta-feira é o último dia das negociações entre os técnicos do FMI e o Governo de Moçambique para um acordo sobre as designadas “dividas ocultas”. O Fundo Monetário Internacional (FMI) está em Moçambique com uma equipa de técnicos para “discutir os resultados da auditoria (dívidas escondidas) com as autoridades e possíveis medidas de seguimento”, anunciou a instituição, em comunicado. A agenda de encontros entre os elementos do FMI e as autoridades moçambicanas permanece reservada e as reuniões vão decorrer à porta fechada. Mas a pressão para explicações sobre as designadas dividas ocultas tem sido muita.

SATA poderá ser a solução para a TACV

A companhia aérea açoriana SATA, que no sábado inaugurou ligações aéreas bissemanais entre Boston, nos Estados Unidos, e a cidade da Praia, em Cabo Verde, via Ponta Delgada, anunciou que está a avaliar uma parceria com a Transportadora Aérea Cabo-Verdiana (TACV), que atravessa graves problemas financeiros e que a partir de 1 de Agosto deixará de assegurar voos domésticos no arquipélago.