Crescimento Económico

Desde 2000 que a Guiné Bissau regista crescimento do produto em quase todos os anos, excetuando-se apenas 2002 (-7,2%) e 2012 (-2,3%). Em 2017, a economia guineense acelerou muito ligeiramente para uma taxa de 5,9%, face aos 5,7% do ano anterior. (Fonte: Banco de Portugal)

 

 

Inflação

O comportamento da inflação tem sido muito variável, com seis anos de deflação homóloga – 2001, 2005, 2009, 2013, 2014 e 2017. Neste último ano, a taxa de variação dos preços ficou em -1,3%. (Fonte: Banco de Portugal)

 

 

Balança de Bens e Serviços

A balança corrente é predominantemente deficitária, ainda que tenham sido registados excedentes, baixos, entre 2014 e 2016. Já em 2017 voltou a registar-se um défice, ainda que pouco expressivo, de 0,8% do PIB. (Fonte: Banco de Portugal)

 

 

Balança corrente e de capital

Considerando também os fluxos de capital, a tendência altera-se e em praticamente todos os anos da série regista-se um excedente, sendo de realçar o ano de 2010, com um excedente superior a 100% do PIB. Nos anos de 2006, 2012 e 2013 verificaram-se défices de 1,3%, 5,3% e 2% do PIB, respetivamente. Em 2017 o excedente foi de 4,1% do PIB. (Fonte: Banco de Portugal)

 

 

Saldo orçamental corrente

O saldo orçamental corrente foi negativo na maioria dos anos, correspondendo a défices persistentes que atingiram um máximo de 7,9% em 2000 e que foi de 0,3% do PIB em 2017. Em 2015, as contas públicas do país tinham registado um excedente de 1,3% do PIB. (Fonte: Banco de Portugal)

 

 

Saldo orçamental global (base compromissos)

Na ótica dos compromissos assumidos em sede orçamental, o panorama é mais negativo na maioria dos anos considerados. Em 2009 e 2010 registaram-se excedentes de 3% e 0,2% do PIB, respetivamente. Em 2017, o défice situou-se em 2,1% do PIB. (Fonte: Banco de Portugal)

 

 

Dívida pública externa

Com um valor ligeiramente superior a 220% do PIB em 2000, a dívida pública externa da Guiné Bissau desceu acentuadamente em 2010 para 33% do PIB e em 2017 situava-se em 26,7%. (Fonte: Banco de Portugal)